O trabalho que realizamos para este fim é destinado para antes de o candidato ser submetido a uma avaliação psicológica pelas bancas organizadoras do concurso que o mesmo (a) estiver pleiteando. É importante que os candidatos se conheçam e vejam se atendem ao perfil profissiográfico específico, ou seja, as características necessárias e exigidas para o exercício do cargo ou função almejada e, se isso será de fato um benefício para o candidato (a). Muitas vezes os candidatos (as) nos procuram para que possamos ensinar os testes, dar um treinamento ou para que passemos dicas dos testes, porém, vale ressaltar que nós não fazemos isso por dois motivos: 1º: Não é legal e nem ético. 2º: Não adiantaria ensinarmos na clínica três, quatro ou mais testes a um candidato, se no dia da avaliação caísse um 6º teste diferente, por exemplo: a pessoa não se sairia bem da mesma forma. O que fazemos é realizar no examinando um Psicodiagnóstico Completo, onde realizaremos entrevista, observações de comportamento e aplicação de uma bateria de testes em diversas sessões que avaliarão todas as áreas da pessoa avaliada: (Intelectual, Atenção, Memória, Raciocínios, Personalidade, etc.). Após este processo, será corrigido os testes, montaremos o laudo e o candidato (a) terá uma sessão para devolução do resultado analisado (feedback), onde será orientado (a), caso haja algum déficit a como trabalhar o mesmo, com técnicas psicopedagógicas e neuropsicológica.

Será orientado, caso seja identificado, a trabalhar alguma questão emocional em psicoterapia, passaremos se for o caso técnicas para controle da ansiedade e tiraremos alguma dúvida acerca da avaliação realizada, DENTRO DO QUE É LEGAL E ÉTICO. E, desta forma, é claro: se duas pessoas vão ser submetidas a uma avaliação psicológica para concurso (PM, PC, PRF, CBM, AGEPEN, etc.), uma delas foi submetida a uma avaliação psicológica antes e a outra não, quem já foi submetido à avaliação tende a se sair melhor, pois teve uma vivência com a avaliação, não que aprendeu, mas já teve contato com esta realidade, já não vai ser mais uma novidade “assustadora”, até por que sabe já o que fez, onde foi avaliada e onde não estava bem e poderá trabalhar o que está em déficit ou em dificuldade.