Ação Positiva

Concursos

Psicodiagnóstico prévio

O trabalho que realizamos para este fim é destinado para antes de o candidato ser submetido a uma avaliação psicológica pelas bancas organizadoras do concurso que o mesmo estiver pleiteando.

É importante que os candidatos se conheçam e vejam se atendem as características necessárias e exigidas para o exercício do cargo ou função almejada. Realizamos no examinando um Psicodiagnóstico Completo, onde fazemos entrevista, observações de comportamento e aplicação de uma bateria de testes em diversas sessões que avaliarão todas as áreas da pessoa avaliada: Intelectual, Atenção, Memória, Raciocínios, Personalidade, etc. Após este processo, os testes serão corrigidos, montaremos o laudo e o candidato terá uma sessão para devolução do resultado analisado (feedback), onde será orientado, caso haja algum déficit a como trabalhar o mesmo, com técnicas psicopedagógicas e neuropsicológicas.

Recurso de concurso

Para os casos em que o candidato não passa na avaliação de um concurso e tem a possibilidade de recorrer em desfavor do resultado provisório de inaptidão, já que este resultado primeiro vem de forma provisória e após analisar o recurso de maneira definitiva.

Nosso processo:

1º) Vamos na Sessão de conhecimento das Razões de Não Recomendação ou Entrevista Devolutiva. Lá o nosso psicólogo fará a vista do material (testes utilizados na avaliação dos candidatos); fará sua análise técnica, se houve algum erro de correção, anotar a pontuação realizada para depois ser conferido com as tabelas dos manuais, se está mesmo fora ou não dos padrões de recomendação e se todos os testes se encontram junto com a banca avaliadora, entre outros fatores avaliados no momento.

2º) Elaboração do Recurso escrito. Auxiliaremos o candidato neste processo, reuniremos alguns dados com o candidato de como foi realizada a avaliação no dia marcado pela banca, condições ambientais, condições de aplicação para ver se a banca avaliadora seguiu adequadamente as normas dos manuais dos testes utilizados e das resoluções do Conselho Federal de Psicologia – CFP, bem como o histórico profissional e de outras avaliações realizadas pelo candidato e que tenha passado.

Assim, após esta análise dos dados técnicos levantados na Entrevista Devolutiva e os dados coletados com o candidato, elabora-se o recurso administrativo (escrito), que deve ser embasado com conteúdo adequado para cada caso, de forma concisa, precisa, não extemporânea, sem desrespeitar a banca avaliadora. Caso não seja deferido o recurso na fase administrativa e o candidato queira ir para a esfera judicial, auxiliamos no processo de: RECURSO JUDICIAL.

Assim, a briga vai para a justiça. Como é um recurso contra uma avaliação psicológica e o advogado não é técnico desta área, ele precisa de um respaldo de um profissional da área da psicologia, especialista em testes e avaliações psicológicas. Nesses casos, é quando entramos com uma Lauda Técnica Pericial ou Parecer Psicológico em desfavor da avaliação realizada pela banca responsável. Esta Lauda/Parecer irá apontar as falhas e irregularidades cometidas na avaliação que torna o resultado do candidato e até do concurso insubsistente, subjetivo e inválido.

Também podemos realizar uma nova avaliação no candidato e se ele estiver em boas condições psicológicas, fornecemos um Laudo desta avaliação realizada nele que servirá de contraprova, ou seja, irá contradizer e contestar o resultado fornecido pela banca.

AVALIAÇÃO PARA POSSE EM CARGO PÚBLICO

A Ação Positiva realiza Avaliação Psicológica em candidatos que irão ocupar cargos públicos, tais como MTE, Professores, Instituto Brasileiro de Museu, Vigilante Penitenciário Temporário, etc. com métodos e técnicas exigidas pelo Conselho Federal de Psicologia, tendo como finalidade averiguar aptidão mental e condições psicológicas adequadas para o bom exercício do cargo/função pleiteado.

“Art. 1° A avaliação psicológica para fins de seleção de candidatos é um processo, realizado mediante o emprego de um conjunto de procedimentos objetivos e científicos, que permite identificar aspectos psicológicos do candidato para fins de prognóstico do desempenho das atividades relativas ao cargo pretendido” (Resolução CFP 01/2002).

Art nº 39 (§ 3º) prevê a possibilidade de requisitos diferenciados de admissão, como limites de idade e a realização de testes físicos e exames psicológicos, serem utilizados, quando a natureza do cargo assim o exigir.

Decreto nº 7.308 que regula a realização da avaliação psicológica em concursos públicos: condicionado à previsão legal específica e à necessidade de ela estar contida no edital do certame;

Leis Complementares (Ex: n°95 jan/07 – PMMG) – Resolução nº 75: Seção II – Dos exames de sanidade física e mental e psicotécnico “O exame psicotécnico avaliará condições psicológicas do candidato, devendo ser realizado por médico psiquiatra ou psicólogo.”

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