Ação Positiva

Neuropsicologia

Estuda as relações entre o cérebro e o comportamento humano. Sua principal área de atuação é na compreensão de como lesões, malformações, alterações genéticas ou qualquer agravo que afete o sistema nervoso causam déficits (alterações) em diversas áreas do comportamento e da cognição humana. Em outras palavras, a neuropsicologia atua mais frequentemente no estudo das funções mentais superiores, sem deixar de estudar áreas como agressividade, sexualidade, que tradicionalmente são investigadas por abordagens fisiológicas e biológicas (neurobiologia, neurofisiologia, psicofisiologia, psicobiologia).

Suas atuações

O objetivo é minimizar o impacto das alterações cognitivas, cerebrais e comportamentais na autonomia do paciente para as atividades diárias, além de auxiliar na sua reinserção social, acadêmica e profissional, tendo em vista que investiga o perfil de funcionamento cognitivo, presença de queixas de aprendizagem e comportamentais, com impacto na vida diária da criança ou do adolescente e comportamental na presença de queixas cognitivas e de desempenho ocupacional e na vida diária do adulto e idoso.

Quando procurar um profissional da área?

Indicada se houver uma desordem cerebral adquirida (traumatismo crânio-encefálico, acidente vascular cerebral, epilepsia, hidrocefalia, encefalites, encefalopatias em geral), na ocorrência de transtornos neuropsiquiátricos (depressão, ansiedade, transtorno do déficit de atenção e hiperatividade – TDAH, TOC, esquizofrenia), no abuso de substâncias (álcool, drogas, intoxicações medicamentosas), na suspeita de alterações ou desordens relacionadas ao envelhecimento (envelhecimento normal, declínio cognitivo leve, quadros demenciais).

Avaliações neuropsicológicas

É um procedimento diagnóstico que visa mensurar e descrever o perfil de desempenho cognitivo (atenção, memória, raciocínio, funções executivas, etc.), por meio de testes específicos. Muitos objetivos podem ser alcançados pela avaliação neuropsicológica. Os resultados do exame auxiliam na identificação e na descrição de possíveis alterações psicológicas (cognitivas, comportamentais e emocionais), no grau de severidade das alterações identificadas, na localização de danos cerebrais, no diagnóstico clínico e diferencial entre diferentes transtornos (desordem neurológica, psiquiátrica, transtorno do desenvolvimento, condição de natureza não-médica), entre outros.

AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA NO ADULTO, QUANDO É INDICADA

É indicada se houver uma desordem cerebral adquirida (traumatismo crânio-encefálico, acidente vascular cerebral, epilepsia, hidrocefalia, encefalites, encefalopatias em geral), na ocorrência de transtornos neuropsiquiátricos (depressão, ansiedade, transtorno do déficit de atenção e hiperatividade – TDAH, TOC, esquizofrenia), no abuso de substâncias (álcool, drogas, intoxicações medicamentosas), entre outros. São aplicados testes e escalas para avaliação dos processos de cognição e comportamentais para auxiliar no diagnóstico clínico e no planejamento de intervenções psicológicos e/ou de reabilitação cognitiva mediante encaminhamento médico.

AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA INFANTIL, QUANDO É INDICADA

É indicada em casos de desordem cerebral adquirida (traumatismo crânio-encefálico pediátrico, acidente vascular cerebral pediátrico, epilepsia, encefalopatias em geral), na suspeita de transtornos do neurodesenvolvimento (transtorno do déficit de atenção e hiperatividade – TDAH), na ocorrência de síndromes genéticas (síndrome de Down, síndrome do X-frágil, síndrome de Willians, dentre outras), na ocorrência de transtornos neuropsiquiátricos na infância (depressão, ansiedade, TOC, esquizofrenia). São aplicados testes para avaliação dos processos de cognição, para auxiliar no diagnóstico clínico e diferencial dos transtornos relacionadas à infância e na orientação de tratamentos e intervenção pedagógica.

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